Esta semana fomos ao cinema assistir a um filme de Bollywood, depois de todos os comerciais começou a tocar o hino da Índia e, assim como o outro espectador (sim, só tinha mais um na sala de cinema), nos levantamos para escutar. Foi lindo de ver o hino cantado na língua de sinais por crianças com deficiência auditiva.
Aqui estão as palavras do Bobby Pawar do realizador grupo Mudra: "O Hino Nacional é tocado nos cinemas antes de cada filme. Nossa idéia era usar o Hino e fazer cada pessoas não apenas ficar e cantar, mas sentir-se um pouco diferente sobre o seu país e voltar para casa com uma forte mensagem sobre a unidade na diversidade. A idéia está centrada no pensamento, "O patriotismo não conhece a linguagem" e é trazido à vida por centenas de crianças especiais cantando o Hino Nacional com as mãos. O filme é a primeira parte de um programa para envolver as pessoas, no solo e on line, em um diálogo sobre como podemos libertar nossa nação dos preconceitos que podem nos dividir. "
Aqui vai o link do vídeo, vale muito a pena assistir: http://www.youtube.com/watch?v=g8zbK6we7cU
Outra curiosidade, (uma das que eu mais adoro), é o anis e os grãos de açúcar que são servidos após as refeições. Gente, é realmente muito gostoso ficar com esse gostinho refrescante na boca por alguns minutos após ter comido toda aquela comida apimentada. Já comprei meus saquinhos para levar ao Brasil, este é um hábito que não quero perder.

Aaaahn, os bichos! eu amo, todos! Minha prima diz que desde criança eu desviava das formigas para não matá-las e eu só percebi que ainda faço isso depois que ela me disse. Aqui em Mumbai a gente tem que desviar de muitos outros, não apenas desses pequenos insetos. Primeiro você tem que cuidar as pulgas no colchão, depois os ratos que andam mesmo de dia sem o menor pavor pelas sarjetas, então vem os cocôs dos cavalos que andam de cá pra lá pelas ruas levando turistas nas carruagens, então vem as vacas, ah, as sagradas vacas! Seus donos ficam sentados nas calçadas com um punhado de mato ou pedaços de naan vendendo para os religiosos que compram por um punhado de rúpias e as alimentam juntamente com uma oração. Lindo! sempre que posso faço isso. Bom, voltando, aí vem os gatos, muitos deles, não, vocês não entenderam, são muitos mesmo! Martin disse que eu vou ser a velha dos gatos pois sempre paro pra conversar com um quando aparece, tem alguns perto da câmara de comércio que já viraram amigos, haha. Mas amigos mesmo são os cachorros, eles são tão carinhosos e tem um ar tão triste, diferente dos do Brasil que tem a esperteza no sangue por medidas de sobrevivência. Todas as noites saio com o Martin para caminhar na orla em frente ao Taj Mahal Hotel e por lá é fácil encontrar uns 10 cachorros, ontem um deles foi especial para nós. Fizemos carinho, brincamos, até corri com ele nas ruas desertas pois já era tarde da noite e o mais incrível é que ele nos seguiu todo o caminho até nossa casa, então entramos, fechamos o portão e ele continuou lá, até soltou um chorinho e eu subi logo as escadas ou quem choraria seria eu. Quando olhei pela janela do quarto lá estava ele, na esquina olhando para o portão, nos esperando.
Não interessa se alguns me acham maluca ou não, mas prefiro dar carinho pra esses bichos que nunca ganharam um afeto que seja na vida do que paparicar crianças, não sei, nunca tive contato com crianças, só bichos, não sei ser de outro jeito, e pasmem, o Martin também está se entregando aos poucos a eles!

Aqui estão as palavras do Bobby Pawar do realizador grupo Mudra: "O Hino Nacional é tocado nos cinemas antes de cada filme. Nossa idéia era usar o Hino e fazer cada pessoas não apenas ficar e cantar, mas sentir-se um pouco diferente sobre o seu país e voltar para casa com uma forte mensagem sobre a unidade na diversidade. A idéia está centrada no pensamento, "O patriotismo não conhece a linguagem" e é trazido à vida por centenas de crianças especiais cantando o Hino Nacional com as mãos. O filme é a primeira parte de um programa para envolver as pessoas, no solo e on line, em um diálogo sobre como podemos libertar nossa nação dos preconceitos que podem nos dividir. "
Aqui vai o link do vídeo, vale muito a pena assistir: http://www.youtube.com/watch?v=g8zbK6we7cU
Outra curiosidade, (uma das que eu mais adoro), é o anis e os grãos de açúcar que são servidos após as refeições. Gente, é realmente muito gostoso ficar com esse gostinho refrescante na boca por alguns minutos após ter comido toda aquela comida apimentada. Já comprei meus saquinhos para levar ao Brasil, este é um hábito que não quero perder.

Aaaahn, os bichos! eu amo, todos! Minha prima diz que desde criança eu desviava das formigas para não matá-las e eu só percebi que ainda faço isso depois que ela me disse. Aqui em Mumbai a gente tem que desviar de muitos outros, não apenas desses pequenos insetos. Primeiro você tem que cuidar as pulgas no colchão, depois os ratos que andam mesmo de dia sem o menor pavor pelas sarjetas, então vem os cocôs dos cavalos que andam de cá pra lá pelas ruas levando turistas nas carruagens, então vem as vacas, ah, as sagradas vacas! Seus donos ficam sentados nas calçadas com um punhado de mato ou pedaços de naan vendendo para os religiosos que compram por um punhado de rúpias e as alimentam juntamente com uma oração. Lindo! sempre que posso faço isso. Bom, voltando, aí vem os gatos, muitos deles, não, vocês não entenderam, são muitos mesmo! Martin disse que eu vou ser a velha dos gatos pois sempre paro pra conversar com um quando aparece, tem alguns perto da câmara de comércio que já viraram amigos, haha. Mas amigos mesmo são os cachorros, eles são tão carinhosos e tem um ar tão triste, diferente dos do Brasil que tem a esperteza no sangue por medidas de sobrevivência. Todas as noites saio com o Martin para caminhar na orla em frente ao Taj Mahal Hotel e por lá é fácil encontrar uns 10 cachorros, ontem um deles foi especial para nós. Fizemos carinho, brincamos, até corri com ele nas ruas desertas pois já era tarde da noite e o mais incrível é que ele nos seguiu todo o caminho até nossa casa, então entramos, fechamos o portão e ele continuou lá, até soltou um chorinho e eu subi logo as escadas ou quem choraria seria eu. Quando olhei pela janela do quarto lá estava ele, na esquina olhando para o portão, nos esperando.
Não interessa se alguns me acham maluca ou não, mas prefiro dar carinho pra esses bichos que nunca ganharam um afeto que seja na vida do que paparicar crianças, não sei, nunca tive contato com crianças, só bichos, não sei ser de outro jeito, e pasmem, o Martin também está se entregando aos poucos a eles!
Nenhum comentário:
Postar um comentário