Quando estávamos em Aurangabad foi difícil acreditar que aquela era a segunda maior cidade do norte do estado de Maharastra e que também é a que cresce mais rapidamente no mundo. As ruas muitas vezes não são asfaltadas e calçadas, se um dia existiram, hoje não se vê mais.
Aurangabad foi fundada em 1610 por Malik Ambar, em 1653, torou-se sede de Aurangazeb, último grande imperador mogul. A cidade tem uma curiosidade que é o Bibi ka Maqbara, o mausoléu é uma cópia do Taj Mahal e foi erguido em 1678 por Azam Shah, filho do Aurangazeb, em memória da sua mãe, Rabia Durrani.
Por questões financeiras o Bibi ka Maqbara não pôde ser tão grandioso como o Taj Mahal, um nativo nos contou que Malik Ambar, quando teve seus cofres esvaziados, tentou apelar para o dinheiro do governo, mas evidentemente acabou tendo seu pedido negado. Bom, se o Bibi ka Maqbara não é tão rico como o planejado eu não sei, mas de todo aquele mármore branco sai uma força e uma imponência enorme.
No fim da tarde visitamos o Panchakki, um moinho d’água que conta com uma área tranquila com algumas barracas vendendo quinquilharias, uma mesquita e bancos sob árvores centenárias onde ficamos por alguns minutos.
Demos ainda umas voltas por duas lojas turísticas que vendiam tecidos lindos e muito coloridos, mas com preços altíssimos para turistas.
Passando das 8h da noite fomos para a rodoviária, nos despedimos do Laxmi, nosso motorista de riquixá, esperamos pelo ônibus e voltamos para Mumbai.
Aurangabad é uma cidade única e muito difícil de ser compreendida. Posso dizer que, por todas as dificuldades que passamos por lá, crescemos muito e aprendemos a ter paciência e respeitar esta cultura tão diferente de tudo o que conhecíamos.
Aurangabad foi fundada em 1610 por Malik Ambar, em 1653, torou-se sede de Aurangazeb, último grande imperador mogul. A cidade tem uma curiosidade que é o Bibi ka Maqbara, o mausoléu é uma cópia do Taj Mahal e foi erguido em 1678 por Azam Shah, filho do Aurangazeb, em memória da sua mãe, Rabia Durrani.
Por questões financeiras o Bibi ka Maqbara não pôde ser tão grandioso como o Taj Mahal, um nativo nos contou que Malik Ambar, quando teve seus cofres esvaziados, tentou apelar para o dinheiro do governo, mas evidentemente acabou tendo seu pedido negado. Bom, se o Bibi ka Maqbara não é tão rico como o planejado eu não sei, mas de todo aquele mármore branco sai uma força e uma imponência enorme.
Depois dessa visita, pegamos o riquixá e fomos até as cavernas de Aurangabad, cavadas principalmente entre os séculos 6° e 7°, porém a mais antiga foi cavada no século 1°. Em uma delas há uma imagem de Buda esculpida em pedra, sentado em um trono de leão. Essas cavernas estão no alto de um morro, então a vista é extraordinária. Pudemos ver ao longe os montes que cercam Aurangabad. Eu adorei ficar nas cavernas principalmente pelo silêncio, que às vezes era quebrado por algum tocador de flauta, pelo clima agradável, o vento que corria pelos montes, os papagaios que constrastavam suas penas verdes com o céu azul, os esquilos que corriam atrás de migalhas deixadas pelos turistas e principalmente a paz.
Voltando para a cidade fomos conhecer o museu, passamos pelo portão da cidade velha, o parque que também conta com um zoológico com uma estrutura péssima, tanto para os visitantes quanto para os animais que maior parte das vezes vivem em gaiolas minúsculas.
Voltando para a cidade fomos conhecer o museu, passamos pelo portão da cidade velha, o parque que também conta com um zoológico com uma estrutura péssima, tanto para os visitantes quanto para os animais que maior parte das vezes vivem em gaiolas minúsculas.
No fim da tarde visitamos o Panchakki, um moinho d’água que conta com uma área tranquila com algumas barracas vendendo quinquilharias, uma mesquita e bancos sob árvores centenárias onde ficamos por alguns minutos.
Demos ainda umas voltas por duas lojas turísticas que vendiam tecidos lindos e muito coloridos, mas com preços altíssimos para turistas.
Passando das 8h da noite fomos para a rodoviária, nos despedimos do Laxmi, nosso motorista de riquixá, esperamos pelo ônibus e voltamos para Mumbai.Aurangabad é uma cidade única e muito difícil de ser compreendida. Posso dizer que, por todas as dificuldades que passamos por lá, crescemos muito e aprendemos a ter paciência e respeitar esta cultura tão diferente de tudo o que conhecíamos.




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