Neste fim de semana viajamos até Udaipur, cidade que alguns devem conhecer pelo filme Octopussy do 007 (exibido diariamente em quase todos os bares da cidade), mas não é por isso que muitos turistas se movem até lá e sim pela fama que ela tem de ser a Veneza do Oriente.
Saímos de casa às 17h e pegamos um táxi até o lugar que deveríamos pegar o ônibus, levamos quase uma hora para chegar até lá. Aqui não existem rodoviárias, mas sim alguns pontos da cidade onde se reúnem várias agências de viagem, quiosques bem pequenos mesmo onde só há um funcionário e um computador. O problema é que o ônibus não tem lugar fixo para estacionar, aliás, ele não estaciona, simplesmente para onde consegue por um ou dois minutos, o passageiro mal coloca os pés pra dentro e já vai embora. Bem, por causa disso ficamos meio perdidos, além do atraso de meia hora do nosso ônibus.
Depois dessa primeira maratona só para conseguirmos entrar no ônibus, começa a tentativa de sair da cidade, levamos cerca de duas horas até chegar à estrada e, como o trânsito geralmente é caótico, então imaginem no fim da tarde o terror que é para um motorista.
Nossa viagem durou 16 horas e só paramos duas vezes para comer alguma coisa e ir ao banheiro. A paisagem que vimos da janela era linda, cheia de montanhas que eram cortadas pela estrada, campos e quase nenhum rio ou lago.
Chegamos quase meio dia em Udaipur e foi só pisar fora do ônibus que aquele monte de motoristas de riquixá voaram até nós oferecendo seus preços absurdos por uma corrida de 10 minutos até o centro. Chegavam a nos oferecer 100 rúpias, mas conseguimos por 40 o que em Mumbai seria 10 no máximo. Quando entramos no hotel vimos que ele ficava na beira do lago Pichola, romantismo puro, e tinha uma vista muito linda. Logo largamos nossas coisas, tomamos um banho e saímos para conhecer a cidade. Como Veneza, Udaipur é cheia de ruelas com subidas e descidas, becos onde os desatentos facilmente podem se perder.
A rua principal de Lal Ghat, bairro central da cidade, é cheia de lojinhas vendendo sáris super coloridos, lenços, tapetes, pequenas esculturas, muitas bolsas, agendas e sapatos de couro.


Na mesma rua está localizado o templo hindu Jagdish Mandir, que é dedicado ao Deus Vishnu, preservador do universo.
Aos pés da escadaria, mulheres sentadas no chão vendem flores a serem oferecidas ao Deus e algumas vacas que por ali passeiam sempre são agraciadas com comida. Subindo todos esses degraus, vemos dois grandes elefantes de pedra, lindos.
Depois de deixar nossos chinelos na entrada, rodeamos o templo para ver os entalhes que quase parecem uma renda, dada sua a delicadeza composta por bailarinos, elefantes, cavaleiros, músicos, certamente hipnotizando a todos que observam.
Correndo por entre o templo, os vários esquilos sempre encontram comida farta, já que muitas das oferendas são grãos de milho ou arroz.
Quem não tem a mesma sorte são os mendigos, cegos e deficientes que ficam pedindo algumas rúpias, mas quando percebem que são estrangeiros que se aproximam, o valor triplica. Dentro do templo, no santuário, encontra-se uma imagem de pedra preta de Vishnu, muito calmo e sereno. O templo ainda tem o teto decorado e pilares delicadamente esculpidos.
O pináculo tem 79 metros de altura, então, sem dúvida, domina o horizonte de Udaipur. Este templo, construído por Maharana Jagat Singh no século 17 é uma obra prima, encantador, de uma tranquilidade infinita e certamente um presente à Udaipur.

Saímos de casa às 17h e pegamos um táxi até o lugar que deveríamos pegar o ônibus, levamos quase uma hora para chegar até lá. Aqui não existem rodoviárias, mas sim alguns pontos da cidade onde se reúnem várias agências de viagem, quiosques bem pequenos mesmo onde só há um funcionário e um computador. O problema é que o ônibus não tem lugar fixo para estacionar, aliás, ele não estaciona, simplesmente para onde consegue por um ou dois minutos, o passageiro mal coloca os pés pra dentro e já vai embora. Bem, por causa disso ficamos meio perdidos, além do atraso de meia hora do nosso ônibus.
Depois dessa primeira maratona só para conseguirmos entrar no ônibus, começa a tentativa de sair da cidade, levamos cerca de duas horas até chegar à estrada e, como o trânsito geralmente é caótico, então imaginem no fim da tarde o terror que é para um motorista.
Nossa viagem durou 16 horas e só paramos duas vezes para comer alguma coisa e ir ao banheiro. A paisagem que vimos da janela era linda, cheia de montanhas que eram cortadas pela estrada, campos e quase nenhum rio ou lago.
Chegamos quase meio dia em Udaipur e foi só pisar fora do ônibus que aquele monte de motoristas de riquixá voaram até nós oferecendo seus preços absurdos por uma corrida de 10 minutos até o centro. Chegavam a nos oferecer 100 rúpias, mas conseguimos por 40 o que em Mumbai seria 10 no máximo. Quando entramos no hotel vimos que ele ficava na beira do lago Pichola, romantismo puro, e tinha uma vista muito linda. Logo largamos nossas coisas, tomamos um banho e saímos para conhecer a cidade. Como Veneza, Udaipur é cheia de ruelas com subidas e descidas, becos onde os desatentos facilmente podem se perder.
A rua principal de Lal Ghat, bairro central da cidade, é cheia de lojinhas vendendo sáris super coloridos, lenços, tapetes, pequenas esculturas, muitas bolsas, agendas e sapatos de couro.


Na mesma rua está localizado o templo hindu Jagdish Mandir, que é dedicado ao Deus Vishnu, preservador do universo.
Aos pés da escadaria, mulheres sentadas no chão vendem flores a serem oferecidas ao Deus e algumas vacas que por ali passeiam sempre são agraciadas com comida. Subindo todos esses degraus, vemos dois grandes elefantes de pedra, lindos.
Depois de deixar nossos chinelos na entrada, rodeamos o templo para ver os entalhes que quase parecem uma renda, dada sua a delicadeza composta por bailarinos, elefantes, cavaleiros, músicos, certamente hipnotizando a todos que observam.
Correndo por entre o templo, os vários esquilos sempre encontram comida farta, já que muitas das oferendas são grãos de milho ou arroz.
Quem não tem a mesma sorte são os mendigos, cegos e deficientes que ficam pedindo algumas rúpias, mas quando percebem que são estrangeiros que se aproximam, o valor triplica. Dentro do templo, no santuário, encontra-se uma imagem de pedra preta de Vishnu, muito calmo e sereno. O templo ainda tem o teto decorado e pilares delicadamente esculpidos.
O pináculo tem 79 metros de altura, então, sem dúvida, domina o horizonte de Udaipur. Este templo, construído por Maharana Jagat Singh no século 17 é uma obra prima, encantador, de uma tranquilidade infinita e certamente um presente à Udaipur.
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